In Conversation with Sérgio Santimano
Abstract
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Pedro Pombo and Elena Brugioni in conversation with Mozambican photographer Sérgio Santimano who visited the Africa Multiple Cluster of Excellence to attend the opening of his exhibition "Goa/Mozambique - Crossed Glances" in Bayreuth.
About the artist:
Born in Mozambique in 1956 and a native of Goa, Sérgio Santimano contributed significantly as a photographer to the creation of a Mozambican identity after the country's independence in 1975. In 1995, he visited India as an adult and presented an exhibition in Mumbai titled "Caminhos - the long and winding road" with a text by Calane da Silva. His photographs taken in Goa and in the northern provinces of Mozambique (Nacala, Niassa, Cabo Delgado and the island of Mozambique) tell the story of the memories of families living on both sides of the Indian Ocean.
Mozambican history testifies of the linkages between the East African coast, Arabia, India. Due to portuguese colonial history, there are very strong linkages between Goa (India) and Mozambique with continuous migrating movements between the two colonies. Identities were evolving in this large contact zone as ongoing processes of dynamic encounters.
The work of Sergio Santimano gives an insight into the crossing gazes across the Indian Ocean: “olhares cruzados”, “Blickwechsel”. Recent Exhibitions of Sergio Santimano include “Legado” (2018-2019, Maputo, Goa); “Portas para Goa” (2021, Castelo de Vide)
People & roles
Origins & context
- Title
- In Conversation with Sérgio Santimano
- Language
- Portuguese
- Date
- February 13, 2023
Identifiers & sources
Full text
- Transcript
- G1 bom então Sérgio gostaríamos de saber um pouco da tua trajetória de comum sua carreira começou de comum esse esse teu percurso na fotografia ela começou e como se desenvolveu um pouco Uma Breve apresentação do dos primeiros passos para que seja um breve porque senão já são muitos mas basicamente foi assim o seu formado em contabilidade trabalhei soletra 3 horas e contabilista numa empresa privada Depois da Independência de 77 a79 e ao mesmo tempo pertence aos cineclubes tanto fora das horas de serviço ao cineclube de Maputo bom então o meu convívio foi muito com artistas com jornalistas fotógrafos e ficou um gente intelectual completamente diferente da contabilidade E aí eu penso que é esse conhece Convívio com essas pessoas com essa gente influenciou o infinito influenciou bastante para que eu deixasse a contabilidade e assim tentei fazer cinema e aí fui até Cuba porque haviam institutos de cubano e Arte cinematográfica para visitar o Instituto cinema cubano fiz essa viagem também para ver se entrada nessa escola que era uma escola bastante prática não foi possível E durante essa viagem que eu fiz uma poderíamos povo em Moscovo comprei minha primeira câmera fotográfica uma série então a entretanto Fui depois a Paris também em Paris nós tínhamos tido uma visita no Glauber Rocha que se ver o hino e do e do já vou cortar e eu acordo vou apagar já estou mais ou menos no meio Deus e faço a mesma a mesma pergunta gostaria de estudar cinema e eles aconselharam entrar no Paraíba sendo uma cidade de Valência mas era muito intelectual eu eu não muito teórico eu queria era fazer cinema e então eu voltei É Isso Aí tirei um curso básico em Lisboa há dois aliás e depois desse curso 79 eu entrei Quando entrei no serviço logo convidado para ir para o Centro de Estudos culturais e para o Ministério da Educação como se fosse e não sei de estudos culturais eu exercia uma é uma função do professor chamava-se de artes e comunicação visual que atribui a fotografia na concurso de… Read the full text about 4,217 words
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